Agricultura de precisão quebra antigos padrões
O agrônomo Antônio Germano Carpim, do município de Rio Verde (GO), assumiu recentemente os negócios da família e afirma que vem trabalhando a resistência do pai na aplicação das técnicas de AP.
“Estou tentando mostrar a ele o retorno que teremos utilizando essa ferramenta e aos poucos estou conseguindo. Inclusive, ele até tem incentivado outros produtores conhecidos a fazer uso da AP. Está sendo positivo porque os produtores mais antigos são unidos entre si e estão percebendo que com a AP o retorno é garantido”, explica.
Carpim acha importante conscientizar os produtores sobre os benefícios de fazer a gestão da propriedade. Ele conta que participou do seminário de agricultura de precisão realizado pelo SENAR em Rio Verde, no dia 13 de novembro. “Outros eventos semelhantes são necessários, porque a AP é uma boa forma de gestão e a fazenda é como uma empresa e precisa ser administrada como tal. É preciso fazer a relação de custo-benefício e inovar ao máximo para melhorar a produção. No fim, tudo que usamos para melhorar o plantio se torna agricultura de precisão.”
A propriedade da família produz soja, milho e sorgo e fica em Jandaia, município vizinho de Rio Verde. Carpim diz que este ano, na colheita de sorgo, iniciam uma das ferramentas de AP, o mapa de colheita. “Vamos evoluindo aos poucos. Este é o primeiro ano que vamos colocar o mapa de colheita em prática.”